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EM MISSÃO

PARKAS by The Mayor of Vilnius

Um dia lá fui. I was there. Yes. I lembro-me que não era assim tão nothing quanto that. Quando je suis arrivée reparei que por ali já tinham passado outras choses. Via marcas no chão e certos componentes que, embora já tivesse ouvido falar e com certeza já os teria utilizado para chegar de un coté à l'other. Estavam lá. Em frente a mim. My eyes, my eyes. Nem posso believe it. Via tudo. estava spread out. Eu fiquei surprised, stoped, looking às choses que me envolviam. Era uma imagem very clear de uma situation que eu nem reconhecia como minha. Distant. I went to a distant place. Os componentes ali estavam. I knew ils faziam parte de um acontecimento que se deu num place destruído por coisas pesadas que crusham des autres choses pesadas e que deixam marcas no asfalto como se de nada se tratasse. And i pensei. É uma message? É um aviso? A desolação que encontrei foi la chose I had the right to enjoy. That's it. Nothing mais. Aquilo a que tive direito foi o pós. Já prepared para eu consumir. But I'll never forget the before. Aquilo que fez com que eu visse what I saw. E isso também heats. Heats forte in my tête. Não é nothing. Mas também não é everything.
Tristão Paisagem introducing The Mayor of Vilnius

The Mayor of Vilnius é o colectivo de Tristão Paisagem (conhecido também por DJ Paisagem) que apresenta-se ao público em formato de ensemble, um quinteto anónimo de entidades digitais.

Free parking is not a crime!

 

Albúm gravado em directo na série de Maio da Em Missão.

Capa por Pintor Estagiário.

Masterizado por Nando Correia Queluz.

Editado pela Panama Papers a 27 de Junho de 2020.

LIVRX LIVRX

LIVROS LIVRES, LIVRES LIVROS
Uma epopeia dentro dos livros à mão, que Ruídos Synths acompanhou.
Padre Gato e Artur Jóia juntam-se para declamarem as palavras encontradas.
Textos de Italo Calvino, Jacques Mesrine, Ruy Duarte de Carvalho e Oscar Lang.
Gravado ao vivo na Série de Abril da Em Missão.
Editado pela Panama Papers a 7 de Junho de 2020.

Discurso sobre o Colonialismo, de Aimé Cesaire by PiriquitosMuitos & Os Antagonistas

O Discurso Sobre o Colonialismo é uma resposta crítica aos valores europeus estabelecidos numa Europa centrada no etnocentrismo da colonização, é essa Europa que o autor desacredita veementemente, em múltiplas acusações a intelectuais europeus, supostamente integrados em correntes liberais.

É no enquadramento de Senghor e Frantz Fanon que Césaire se bate, pelo reconhecimento do conceito de negritude.

Césaire interveio pela denúncia dos crimes perpetrados pelo colonialismo, sob o mote civilizacional, pois destruíram-se, assassinam-se e usurparam-se condições de vida; em suma, a grande vergonha do século XX.

O autor questiona como se teria enunciado o racionalismo cartesiano se o filósofo tivesse argumentado, na perspectiva do escravo? Que metamorfoses adviriam na expressão da racionalidade europeia, nos séculos XIX e XX, nessa óptica?

por Stela Lourenço

 

PiriquitosMuitos junta-se aos Antagonistas para fazer uma pequena homenagem que deixa aos ouvintes um aperto pelas palavras de Aimé, e a capacidade de reflexão colectiva.

Gravado ao vivo na série de Maio da Em Missão.